Bem-vindo à Biblioteca Digital do Instituto Gênesis. Aqui você encontra artigos e publicações, relacionados a área de empreendedorismo e inovação, produzidos pelos pesquisadores associados, co-ligados e colaboradores do Instituto Gênesis. Nosso acervo está disponível com o objetivo de contribuir para a difusão da cultura empreendedora no país.

Estratégias colaborativas uma proposta para empresas de incubadoras - Empreendimentos orientados para o uso intensivo de tecnologias

01.01.2005
Autor:
Claudia Müller de Almeida
Local da Publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Resumo:
O objetivo deste trabalho é, tomando como partida a Fábula da Galinha e do
Porco, descrever as etapas envolvidas no estudo e na prática de alianças
estratégicas para estimular as empresas de incubadoras a trabalharem de
forma colaborativa visando, assim, maior espaço de mercado e melhor
desempenho operacional e financeiro.

As motivações e os objetivos que levam ao estabelecimento de alianças
evidenciam a importância desde tema para as organizações contemporâneas.
Entretanto, esta estratégia vem sendo adotada pelas mais diversas indústrias e
firmas sem que se tenha sido possível a construção de um arcabouço teórico
completo, dadas as dificuldades para o estudo do tema.

São apresentados dois modelos teóricos. Um, de Silva (2001), foca a atenção
na avaliação dos efeitos das alianças sobre o desempenho das firmas. Outro,
de Vyas & Rogers (1995), foca nas premissas para a formação, manutenção e
sucesso destas alianças.

São apresentados, também, alguns tipos de alianças e as dimensões que
devem ser levadas em conta em seu estudo.

Exemplos de alianças estratégicas de sucesso, no mercado internacional,
ilustram a correta aplicação dos princípios apresentados e estudados, bem
como são apontados os problemas mais comuns no estabelecimento e
gerenciamento de alianças.

Oficinas de Trabalho Gênesis - Empreendimentos orientados para o desenvolvimento local e setorial

01.01.2005
Autores:
Luciana Thibau Moreira da Rocha,Julia Torres Homem Pinto Lopes,José Alberto Sampaio Aranha
Local da Publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Resumo:
Tendo em vista a necessidade de geração de trabalho e de um novo modelo de trabalhador, principalmente para os jovens de 18 a 25 anos, maiores prejudicados pelos altos índices de desemprego, o Instituto Gênesis da PUC-Rio, através de sua Incubadora Social de Comunidades, desenvolveu uma prática inovadora de geração de trabalho e renda para comunidades de baixo desenvolvimento socioeconômico as Oficinas de Trabalho.

A Comunicação nos Ambientes Virtuais

01.11.2004
Autor:
Claudia Müller de Almeida Lins e Silva
Local da publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Resumo:
Pensar o mundo de hoje sem as novas tecnologias é impossível. Desde o final da Segunda Guerra, com a disseminação dos computadores e o surgimento da Internet, a sociedade passou por mudanças impostas por um forte processo de racionalização. As relações humanas e sociais, por exemplo, sofreram uma descaracterização, a busca pelo lucro passou a ser um processo feroz, e os ambientes físicos começaram a dividir espaço com os virtuais.

Essa é a questão central deste trabalho: As mudanças que as novas tecnologias, em especial a Internet, têm provocado nas organizações e no modo como as pessoas se comunicam, relacionam, trocam informações e conhecimento.

Os ambientes virtuais constituem um grande avanço na comunicação global. As empresas não precisam mais restringir-se a seus limites geográficos – ocasionando a abertura de mercados e a aproximação de pessoas, cidades, regiões e países. Esse novo ambiente propõe a cooperação e o desenvolvimento de relacionamentos de grupos de pessoas que até então nunca haviam trabalhado juntas.

Para mostrar como funciona uma organização que trabalha em ambiente virtual, será analisado o caso da Incubadora Cultural Gênesis da PUC-Rio – órgão do Instituto Gênesis que incuba empresas de forma virtual, mas que surgiu da experiência presencial da Incubadora Tecnológica. A Incubadora Cultural é uma organização física que trabalha no mundo virtual.

O que as empresas vêm propondo é colocar nesse ambiente virtual, cada vez mais, tudo o que circula em forma de papel dentro da organização: Desde manuais e políticas de procedimentos até informações de marketing, catálogos de produtos e recursos humanos. Entender bem o cliente, atendê-lo de forma a deixá-lo surpreendido e satisfeito, fornecer informações precisas e úteis, manter contato constante e adequado são os objetivos das empresas. Mas até que ponto a comunicação flui nessas organizações? Será que os problemas são de comunicação? Existe um modelo ideal? A máquina pode substituir o homem? O que veremos é que o ponto principal são os relacionamentos.

Incubadora de Desenvolvimento Social: Da Concepção à Implementação

01.11.2004
Autores:
Adriana Malamut, José Alberto Sampaio Aranha e Julia Zardo
Local da Publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Resumo:
O presente artigo relata o processo de conceituação, planejamento e implementação da Incubadora de Desenvolvimento Social, recentemente criada pela Incubadora Cultural Gênesis da Pontifícia Universidade Católica/PUC-Rio, com o apoio do Sebrae/RJ.

Innovation Urban Environment

01.09.2004
Autores:
José Alberto Sampaio Aranha; Luciana Rocha; Lygia Alessandra Magalhães Magacho; Priscilla Castro; Renata Cavalcanti de Abreu
Local da Publicação:
Bergamo, Itália
Resumo:
Os conceitos de desenvolvimento local e capital social são ferramentas preciosas no processo de dinamização de ações estratégicas. A dinâmica econômica de base local está caracterizada pelo incentivo de iniciativas e empreendimentos que se complementam, maximizando as potencialidades de produção, comércio, serviços, e consumos locais. Isso não significa, porém, especialização econômica, mas sim diversidade e complementaridade, ou seja, é a capacidade de exercer sua interdependência como sujeito, mantendo uma relação de troca, inclusive com outras regiões e localidades.
Nesse processo, a participação da sociedade torna-se fundamental, pois o incremento de capital propriamente dito, sobretudo de capital humano e o capital social são os fatores que fazem a diferença, estimulando, intensificando e mudando de qualidade o processo de desenvolvimento local. Ou seja, quanto maior o envolvimento da comunidade no processo, maior a capacidade de cooperação em benefício mútuo.
Segundo Yuri Kasahara, o que se coloca como questão central na discussão sobre a estratégia do desenvolvimento local é a “revalorização da esfera local” como foco de ação para implementação de políticas sociais que tenham reais impactos sobre a qualidade de vida da região.
Uma destas estratégias é a da criação de micro e pequenos empreendimentos (MPEs) auto sustentáveis que propiciem o desenvolvimento econômico e social do local. Para isso, é fundamental o chamado “espírito empreendedor” dos agentes sociais, governamentais, bem como das organizações.
As principais causas das mortalidades das micro e pequenas empresas no Brasil são as fraquezas em capacitação técnica, uso de tecnologias, gestão profissional, recursos financeiros e planejamento. A promoção de inovações planejadas em conformidade com as ações de desenvolvimento regional tem melhores chances de sucesso que aquelas impostas ou introduzidas, no meio, sem a avaliação do contexto regional.
Para tanto, é importante analisar as formas espontâneas de desenvolvimento tecnológico existentes nos centros de pesquisa e sua apropriação, bem como de que maneira isto se processa no contexto do empreendimento, aproveitando assim a sinergia e os laços já existentes entre as ações empresariais, educacionais e tecnológicas.
É necessário identificar claramente se o que a região precisa é aproveitar ou despertar o potencial empreendedor existente ou será preciso criar e aperfeiçoar a cultura empreendedora.

Gestão Empreendedora de Carreiras Tecnológicas.

01.01.2003
Autores:
Luis Mauricio Resende, Sandra Korman Dib e Magda Gomes Leite
Local da Publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Resumo:
Na busca pela competitividade, é preciso capacitar-se, não só em termos corporativos, mas também pessoais e relacionais para uma nova concepção de trabalho. Desta forma, a busca de uma inserção profissional passa necessariamente pela possibilidade de gerar e gerir seu próprio negócio, transformando sonhos e idéias em projetos e empresas. Nesta vertente, surgiram, nos últimos dez anos, disciplinas de empreendedorismo nas grades dos cursos de engenharia. Muitas vezes o foco dessas disciplinas restringe-se à elaboração de planos de negócios ou abordagem de outras ferramentas e meios técnicos para incentivo e início de pequenas e microempresas por parte dos alunos. Esse trabalho busca apontar uma outra finalidade das disciplinas de empreendedorismo nos cursos de engenharia. Em currículos fortemente baseados nas tecnologias e ciências básicas, deve o empreendedorismo atuar como ferramenta de formação humanística ao aluno, onde a reflexão deste em relação à futura carreira, suas pertinências, aspectos éticos, e envolvimento emocional para com ela
possam ser refletidos. Planos de negócios podem, com propriedade, serem acompanhados ou em alguns casos, substituídos por planos de carreiras. O resultado das experiências que se valem desse caráter inovador junto a alunos de tecnologia vem sendo extremamente revelador, denotando a necessidade de uma reflexão que os currículos, em sua maioria, não dispõem.

Estudo de Cadeias Produtivas como Mecanismos de Planejamento para Indução de Empreendimentos em Incubadoras de Empresas

01.01.2003
Autores:
Julia Zardo e Míriam Pizzo
Resumo:
A realização de estudos de cadeias produtivas, com o objetivo de segmentar e entender setores da economia, visa aproveitar oportunidades identificadas na formação de empreendedores e empreendimentos que atendam às deficiências e demandas dos setores. Um dos principais obstáculos é a adaptação das metodologias de estudo de cadeias produtivas de setores tradicionais da economia para a Indústria Cultural. Nesse sentido, considerou-se a estrutura difusa, em rede de muitas das cadeias para agregar conceitos das teorias dos sistemas complexos e dos fractais, no intuito de aprofundar o entendimento da Economia do Entretenimento. Como caso específico, observou-se o potencial da cultura como meio de desenvolvimento econômico, social e regional, percebendo-se um vasto campo de atuação e expansão inexplorado. A carência de dados e informações concretas sobre esse setor levou a Incubadora Cultural Gênesis a buscar meios de visualizar o cenário cultural do Rio de Janeiro e identificar novos nichos de mercado, que possam servir de foco para futuras empresas incubadas.Os resultados obtidos são fundamentais para o desenvolvimento articulado entre agentes públicos e privados, permitindo a geração de empreendimentos e empreendedores, em consonância com as demandas identificadas na indústria cultural. Assim, ganha-se mais uma ferramenta para planejar o foco de atuação da Incubadora.

Empreendedores de alta tecnologia no Brasil: propensos ao crescimento?

01.08.2000
Autor:
Antonio José Junqueira Botelho e Eva G. Jonathan
Local da Publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Resumo:
A recente internacionalização da economia brasileira e a concomitante expansão de seu mercado instigaram a criação de uma multiplicidade de nichos de mercado, especialmente nos setores relacionados à tecnologia da informação, que tem sido ocupados ,de maneira competente, por uma nova classe de empreendedores de alta tecnologia. Enquanto tal emergência, por si só, parece atestar a existência de um espírito empreendedor até então desconhecido no Brasil, e a abertura de portas para a possibilidade de seu ulterior cultivo, não parece estar claro ainda se estes empreendedores são reais assumidores de riscos voltados para o crescimento.

Creativity: people, environment and culture, the key elements in its understanding and interpretation

04.04.1017
This paper discusses three aspects of entrepreneurship: people (innovators, entrepreneurs and amateurs)
at the core of creative production who ‘function’ as agents of transformation; culture which helps to
motivate people and create a value system (embedded contexts) and; the environment where
innovations and entrepreneurial settings function as productive factors to stimulate more creativity.
Looking from these three angles we present a triple helix for innovation related to creativity or the
creative industry. Relying on a substantive report issued in 2008 by the United Nations Conference on
Trade and Development, we explore aspects linked with the creative industries or the economies that
form part of it. Despite differing views on the definition of the term ‘creativity’, the paper tries to
analyse creative people as entrepreneurs, proposing a triadic approach to understand and interpret it,
thus presenting our second, more consolidated, triple helix for creative entrepreneurship. We also draw
on practical knowledge to discuss the core elements of our triple helix.
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