Bem-vindo à Biblioteca Digital do Instituto Gênesis. Aqui você encontra artigos e publicações, relacionados a área de empreendedorismo e inovação, produzidos pelos pesquisadores associados, co-ligados e colaboradores do Instituto Gênesis. Nosso acervo está disponível com o objetivo de contribuir para a difusão da cultura empreendedora no país.

Interação Universidade-Empresa e a gestão de uma universidade empreendedora - A evolução da PUC-Rio

01.01.2006
Autor:
Lúcia Radler dos Guaranys
Local da Publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Resumo:
Este trabalho analisa os processos de transferência de conhecimento e de aprendizagem existentes nas interações entre grupos de pesquisa e empresas. As empresas de base tecnológica egressas destes grupos se constituem como um novo ator dessas interações. Identificamos os tipos de conhecimentos transferidos nas interações. Analisamos quatro grupos de pesquisa da PUC-Rio e as relações que se estabelecem com as empresas parceiras/clientes e com as empresas de base tecnológica egressas destes grupos. Identificamos três tipos de grupos de pesquisa – tradicional, empreendedor e em transição – relacionados com dois tipos de universidade – de pesquisa e empreendedora. Constatamos que esses tipos expressam um processo evolutivo iniciado nos anos 90 e são resultado de um conjunto de mudanças de comportamento, de valores e de práticas organizacionais. Em conclusão, consideramos que este processo está na origem de mudanças mais profundas na capacidade de valorização econômica dos conhecimentos gerados através de pesquisas acadêmicas.

Marketing Cultural

01.01.2006
Autores:
Julia Zardo e Fábio Silveira
Local da Publicação:
Brasília, DF, Brasil
Resumo:
Diversas formas de marketing cultural podem ser utilizadas: Ao patrocinar um show, por exemplo, uma empresa pode não só associar sua marca àquele tipo de música e público como pode também oferecer amostras de produto (promoção); distribuir ingressos para os seus funcionários (endomarketing); eleger um dia exclusivo para convidados especiais (marketing de relacionamento); enviar mala-direta aos consumidores/clientes informando que o show está acontecendo e é patrocinado pela empresa (marketing direto); mostrar o artista consumindo o produto durante o show (merchandising); levantar informações gerais sobre o consumidor por meio de pesquisas feitas no local (database marketing); fazer uma publicação sobre o evento (marketing editorial); realizar uma campanha específica destacando a importância do patrocínio (publicidade) e muitas outras ações paralelas que têm o poder de ampliar o raio de alcance da ação de marketing cultural.

Porém, o que foi discutido neste capítulo trata-se de um diferente posicionamento do marketing cultural. Todos os elementos citados acima compõem ações de marketing conhecidas, mas devemos considerá-los como ferramentas e não como posicionamento estratégico de uma marca ou empresa. Ou seja, conhecer os instrumentos e meios é importante, mas tratando-se do marketing cultural, um planejamento eficiente de inserção no mercado significa fortalecer a identificação gerada pelo produto ou serviço com o consumidor. A valorização do aspecto imaterial neste caso pode ser tão fundamental para um produto quanto a eficiência de seu processo produtivo.

O marketing cultural deve valorizar a esfera local e buscar diferenciação, consciente de que isso não gera somente beneficios econômicos. Relendo seus patrimônios, grupos retomam a sensação de pertencimento ao território e à comunidade e a vontade de buscar o desenvolvimento socio-economico destas regiões.

* Capítulo publicado no livro “Marketing para Incubadoras – o que de bom está acontecendo?”, organizado por Regina Fátima Faria. Anprotec

Conexão Gênesis, como a comunicação pode ajudar as empresas

01.01.2006
Autores:
Tatiane Eitelwein, Andrea Coutinho
Local da Publicação:
Brasília, DF, Brasil
Resumo:
Baseada na grande dificuldade de conquista de um bom percentual de venda pelas micro e pequenas empresas, a Incubadora Gênesis da PUC Rio preocupou-se em desenvolver alguma iniciativa para solução deste problema. Depois de uma análise dos serviços da Incubadora, percebeu-se que parte do problema residia na área da Comunicação Interna. Foi então criado o projeto Conexão Gênesis para superar as três dificuldades da área responsáveis pelo baixo percentual de venda de nossos empreendimentos: a falta de integração entre os empreendedores (dificuldade de network), a divulgação insuficiente dos empreendimentos para o público externo e o pouco conhecimento das atividades, projetos e produtos/serviços das empresas da Incubadora por parte dos funcionários Gênesis.
*Artigo publicado no livro Caminhos para o sucesso em incubadoras e parques tecnológicos. Um guia de boas maneiras.

Adolescência: construção da personalidade e descoberta de potenciais

01.09.2005
Autores:
Priscila Perillier O’Reilly de Araujo Castro; Flávia Martins de Barros
Local da Publicação:
Curitiba, PR, Brasil
Resumo:
Ensinar empreendedorismo nas escolas e universidades é o primeiro passo para mudar a realidade do país, por meio da formação de uma cultura empreendedora. Aproveitar a adolescência, que é naturalmente uma fase criativa, de descobertas e de formação e solidificação de conceitos, para ensinar a cultura empreendedora, é apostar no futuro do país com uma geração capaz de buscar resultados, criar, formar parcerias e resolver problemas.

Avaliação Estratégica da Fusão de PME’s no Mercado de Treinamento de Tecnologia de Informação

01.05.2005
Autor:
Sergio Yates
Local da Publicação:
Curitiba, PR, Brasil
Resumo:
O processo de flexibilização organizacional ocorrido nas empresas nas últimas três décadas, em função das inovações científico-técnicas, desencadeou uma necessidade por trabalhadores tecnologicamente qualificados, sem precedentes. Esta situação, além de dar origem a um crescente mercado de treinamento em tecnologia de informação, promoveu um efervescente aumento da concorrência deste segmento, o que demandou de seus participantes iniciativas de adaptação as oportunidades e ameaças que se apresentavam. Nesse contexto, estudou-se o processo de fusão de duas empresas de pequeno porte no mercado brasileiro, as quais vislumbraram no mecanismo de fusão uma forma de se tornarem mais competitivas. Buscou-se nesse trabalho desenvolver uma avaliação estratégica das oportunidades e ameaças que orientaram tal decisão, bem como do processo de construção de uma base de recursos que provessem as empresas investigadas de um melhor posicionamento competitivo.


*Trabalho apresentado na IV Encontro de Estudos Sobre Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas

Local Socio-Economic Development Micro Cluster

01.04.2005
Autores:
José Alberto Sampaio Aranha, Luciana Thibau M. da Rocha, Julia Bloomfield Zardo e Adriana Malamut
Local da Publicação:
Turim, Itália
Resumo:
According to Etzkowitz (2002), in the analysis of the Triple Helix, it is important to consider the socio-economic aspects of each country and their cultural values. This paper will present the historical and cultural contextualization of Brazil, responsible for forming the Brazilian identity. Despite the latest economic growth, the unequal distribution of wealth remains a remarkable characteristic of the country. Besides the existence of socio-economically excluded groups, a key point identified refers to the Brazilian institutional citizenship. The objective of this article is to suggest a new vision of the Triple Helix model through theoretical basis. Considering the three institutional spheres and the peculiarities of Brazil, it will be shown a way to combine clusters and social technology.

Incentivos à Micro e Pequena empresa

01.01.2005
Autor:
Nelson Martins e José Aranha
Local da publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Estratégias colaborativas uma proposta para empresas de incubadoras - Empreendimentos orientados para o uso intensivo de tecnologias

01.01.2005
Autor:
Claudia Müller de Almeida
Local da Publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Resumo:
O objetivo deste trabalho é, tomando como partida a Fábula da Galinha e do
Porco, descrever as etapas envolvidas no estudo e na prática de alianças
estratégicas para estimular as empresas de incubadoras a trabalharem de
forma colaborativa visando, assim, maior espaço de mercado e melhor
desempenho operacional e financeiro.

As motivações e os objetivos que levam ao estabelecimento de alianças
evidenciam a importância desde tema para as organizações contemporâneas.
Entretanto, esta estratégia vem sendo adotada pelas mais diversas indústrias e
firmas sem que se tenha sido possível a construção de um arcabouço teórico
completo, dadas as dificuldades para o estudo do tema.

São apresentados dois modelos teóricos. Um, de Silva (2001), foca a atenção
na avaliação dos efeitos das alianças sobre o desempenho das firmas. Outro,
de Vyas & Rogers (1995), foca nas premissas para a formação, manutenção e
sucesso destas alianças.

São apresentados, também, alguns tipos de alianças e as dimensões que
devem ser levadas em conta em seu estudo.

Exemplos de alianças estratégicas de sucesso, no mercado internacional,
ilustram a correta aplicação dos princípios apresentados e estudados, bem
como são apontados os problemas mais comuns no estabelecimento e
gerenciamento de alianças.

Oficinas de Trabalho Gênesis - Empreendimentos orientados para o desenvolvimento local e setorial

01.01.2005
Autores:
Luciana Thibau Moreira da Rocha,Julia Torres Homem Pinto Lopes,José Alberto Sampaio Aranha
Local da Publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Resumo:
Tendo em vista a necessidade de geração de trabalho e de um novo modelo de trabalhador, principalmente para os jovens de 18 a 25 anos, maiores prejudicados pelos altos índices de desemprego, o Instituto Gênesis da PUC-Rio, através de sua Incubadora Social de Comunidades, desenvolveu uma prática inovadora de geração de trabalho e renda para comunidades de baixo desenvolvimento socioeconômico as Oficinas de Trabalho.

A Comunicação nos Ambientes Virtuais

01.11.2004
Autor:
Claudia Müller de Almeida Lins e Silva
Local da publicação:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Resumo:
Pensar o mundo de hoje sem as novas tecnologias é impossível. Desde o final da Segunda Guerra, com a disseminação dos computadores e o surgimento da Internet, a sociedade passou por mudanças impostas por um forte processo de racionalização. As relações humanas e sociais, por exemplo, sofreram uma descaracterização, a busca pelo lucro passou a ser um processo feroz, e os ambientes físicos começaram a dividir espaço com os virtuais.

Essa é a questão central deste trabalho: As mudanças que as novas tecnologias, em especial a Internet, têm provocado nas organizações e no modo como as pessoas se comunicam, relacionam, trocam informações e conhecimento.

Os ambientes virtuais constituem um grande avanço na comunicação global. As empresas não precisam mais restringir-se a seus limites geográficos – ocasionando a abertura de mercados e a aproximação de pessoas, cidades, regiões e países. Esse novo ambiente propõe a cooperação e o desenvolvimento de relacionamentos de grupos de pessoas que até então nunca haviam trabalhado juntas.

Para mostrar como funciona uma organização que trabalha em ambiente virtual, será analisado o caso da Incubadora Cultural Gênesis da PUC-Rio – órgão do Instituto Gênesis que incuba empresas de forma virtual, mas que surgiu da experiência presencial da Incubadora Tecnológica. A Incubadora Cultural é uma organização física que trabalha no mundo virtual.

O que as empresas vêm propondo é colocar nesse ambiente virtual, cada vez mais, tudo o que circula em forma de papel dentro da organização: Desde manuais e políticas de procedimentos até informações de marketing, catálogos de produtos e recursos humanos. Entender bem o cliente, atendê-lo de forma a deixá-lo surpreendido e satisfeito, fornecer informações precisas e úteis, manter contato constante e adequado são os objetivos das empresas. Mas até que ponto a comunicação flui nessas organizações? Será que os problemas são de comunicação? Existe um modelo ideal? A máquina pode substituir o homem? O que veremos é que o ponto principal são os relacionamentos.
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